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Estamos a 5 dias das eleições para as presidências da Câmara dos Deputados e Senado. Na disputa pela Câmara, Arthur Lira (PP), apoiado pelo Governo Federal, leva vantagem sobre o candidato apoiado por Rodrigo Maia (DEM), Baleia Rossi (MDB). A menos de uma semana da reta final das campanhas, Rodrigo Maia se irrita com o próprio partido, que deve ter inúmeros ‘vira-casacas’.

O Brasil passou da marca de 1 milhão de vacinados. Enquanto as negociações por vacinas continuam acontecendo, a situação do país permanece crítica, registrando números altíssimos de óbitos por COVID-19.

Estes e outros destaques você confere agora.

PARA RODRIGO MAIA, DEM PODE VIRAR “PARTIDO DA BOQUINHA”

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) disse nesta terça-feira (26) em reunião fechada que o DEM, partido que ele conta com apoio nas eleições, pode virar “partido da boquinha”. O congressista criticou ACM Neto (DEM), presidente do partido, pela falta de empenho em eleger Baleia Rossi (MDB), apoiado por Maia.

Até o momento, Arthur Lira (PP), apoiado pelo Governo Federal, é o favorito para vencer as eleições para a presidência da Câmara, no dia 1 de fevereiro. Lira inclusive ganhou apoio público de alguns deputados do DEM, o que teria irritado Maia.

Para Maia, DEM vai ser visto como uma sigla que se rende cargos públicos e emendas oferecidas pelo governo Jair Bolsonaro.

Com as campanhas chegando ao fim, o Governo Federal entrou na disputa para tentar emplacar Lira. O governo já pressiona congressistas favoráveis à Baleia Rossi, retirando cargos de aliados e exonerando indicados.

O voto na Câmara é secreto. Por isso, é esperado que existam “traidores” nos partidos, que podem virar a casaca e apoiar o candidato oposto o da sigla.

BRASIL JÁ TEM 1 MILHÃO VACINADOS CONTRA COVID-19

O Brasil passou da marca de 1 milhão de pessoas vacinadas contra COVID-19, dez dias depois do início do plano de imunização nacional. 29,6 milhões de doses são necessárias para imunizar 14,8 milhões de pessoas do grupo prioritário.

As negociações para a importação de mais doses das vacinas continuam. A Pfizer (PFE) é uma das empresas que dialogam com o Governo Federal. Ela se posicionou ontem (26) em favor da imunização da população geral, não priorizando a venda das vacinas para a iniciativa privada.

“Estamos comprometidos em trabalhar em colaboração com os governos em todo mundo para que a vacina seja uma opção na luta contra a pandemia, como parte dos programas nacionais de imunização. A Pfizer Brasil segue negociando um possível acordo com o governo brasileiro para fornecer nossa vacina contra a covid-19”, disse a Pfizer (PFE) em comunicado.

As empresas brasileiras querem a autorização do Governo Federal para a compra de pelo menos 33 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford. Neste caso, metade das doses iria diretamente para o Sistema Único de Saúde (SUS). A AstraZeneca, porém, disse que está priorizando negociações com governos, e que vendas para o setor privado estão indisponíveis no momento.

O presidente Jair Bolsonaro se posicionou a favor da proposta das empresas, desde que parte das doses fossem para o sistema público de saúde. Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a prioridade é sanar as demandas do SUS, para depois pensar em vendas para as empresas privadas.

Em Manaus, a Justiça Federal suspendeu a distribuição de 74 mil doses da AstraZeneca/Oxford. Segundo a decisão da juíza federal Jaiza Fraxe, a prefeitura da capital precisa priorizar total transparência e critérios rigorosos na vacinação contra COVID-19.

Além das falhas no sistema, que contam, por exemplo, com CPFs duplicados, a capital enfrenta suspeitas de favorecer ‘fura-filas’ na vacinação.

A polêmica é intensificada pela crise sanitária que a capital passa. Além da nova variante de Sars-CoV-2 descoberta, o estado passa por números severos de novos casos de COVID-19 e óbitos. 192 mortes foram confirmadas ontem (26) no Amazonas, e pacientes estão tendo que ser levados para outros estados por conta da falta de leitos.

O Brasil registrou 1.206 mortes pela doença ontem (26), chegando a 218.918 óbitos no total desde o início da pandemia. A média móvel de óbitos dos últimos 7 dias é de 1.058, representando uma alta pelo 4º dia consecutivo. Por estes dados, a situação da pandemia no Brasil já é pior que em agosto do ano passado.

O país tem 8.936.590 casos confirmados de COVID-19, sendo que 63.626 foram confirmados ontem.


Saiba mais

Iniciam novas discussões sobre auxílio emergencial


AGENDA

Às 12h: Dados sobre o fluxo cambial estrangeiro no Brasil.

O índice IPC Fipe de São Paulo indica alta de 0,92% na inflação da terceira quadrissemana de janeiro.

BOLSAS E CÂMBIO

Ansiosos com as consequências imediatas da alta de casos de COVID-19, as bolsas europeias amanheceram apresentando baixas nos seus principais índices. O Reino Unido, primeiro país a iniciar o plano de imunização com a vacina da Pfizer (PFE), passou ontem (26) da marca de 100.000 mortos pela doença.

O continente se preocupa com as novas variantes de Sars-CoV-2 descobertas, assim como os atrasos nos planos de vacinação. Esses problemas podem atrasar a recuperação econômica dos países, muito afetados pela pandemia.

Às 8h da manhã:

  • STOXX 600 (STOXX): -0,46%, indo a 405,83 pontos
  • DAX (GDAXI): -0,79%, indo a 13.761,90 pontos
  • FTSE 100 (FTSE): -0,57%, indo a 6.616,20 pontos
  • CAC 40 (FCHI): -0,65%, indo a 5.487,79 pontos
  • FTSE MIB (FTMIB): -0,98%, indo a 21.770,50 pontos

As bolsas asiáticas fecharam o pregão apresentando resultados mistos. Existe uma forte preocupação com a alta nos casos de COVID-19, mas os bons resultados de empresas ajudam a amenizar os índices.

  • Hang Seng (HK50): -0,32%, indo a 29.297,53 pontos
  • KOSPI (KS11): -0,57% , indo a 3.122,56 pontos
  • Shanghai Composto (SSEC): +0,11%, indo a 3.573,34 pontos
  • Nikkei 225 (N225): +0,31%, indo a 28.635,21 pontos 
  • Shanghai Shenzhen CSI 300 (CSI300): +0,27%, indo a 5.528,00 pontos

Às 8h da manhã, os índices futuros dos EUA apresentam resultados mistos. Investidores aguardam decisões da Reserva Federal dos Estados Unidos sobre se o Banco Central continuará ajudando, ou não, uma economia afetada pela pandemia.

  • Nasdaq 100 Futuros: +0,23%, indo a 13.516,12 pontos
  • Dow Jones Futuros: -0,51%, indo a 30.685,5 pontos
  • S&P 500 Futuros: -0,39%, indo a 3.827,38 pontos

Acompanhe as cotações do Dólar e o Euro na manhã desta quarta-feira (27):

  • Às 9h05, o Dólar subiu +1,58%, a R$ 5,36
  • Às 9h05, o Euro subiu +1,89%, a R$ 6,50

Foto: Câmara dos Deputados / Divulgação

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