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Biden anuncia ambicioso plano educacional de US$ 1,8 trilhão

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta quarta-feira (28) mais um plano ambicioso de investimentos, desta vez para o setor de educação do país. A proposta apresentada é de injeção de US$ 1,8 trilhão, que ainda deve ir ao Congresso do país antes de ser aprovada.

A ideia é financiar o programa com os impostos arrecadados de ricos. Ainda neste mês, Biden anunciou que deve apresentar projeto que deve taxar os 0,3% do país, que correspondem a cerca de 500.000 pessoas. Isso deve render US$ 1,5 trilhão nos próximos 10 anos após um aumento de 20% para 39,6% no imposto de renda.

A ambição do plano certamente representa uma dificuldade maior de passar pelo Congresso. Os democratas vão depender da pequena vantagem que possuem na casa, além de possíveis republicanos que podem vir a apoiar a proposta.

Parte do plano educacional de Biden é garantir que todas as crianças do país, entre 3 a 4 anos, estejam em creches. Para isso acontecer, os investimentos devem ficar em US$ 200 bilhões. A estimativa da equipe de Biden é que o programa impacte positivamente mais de 4 milhões de crianças.

Outro plano ambicioso do programa quer garantir a gratuidade do ensino superior para todos os estudantes do país por pelo menos dois anos. O custo da iniciativa deve custar US$ 109 bilhões aos cofres dos EUA.

Outras propostas fazem parte do ambicioso plano, como programas e bolsas para treinamento de professores, bolsas para estudantes de baixa renda e isenção de imposto para crianças.


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Biden anuncia pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão para os EUA e aumento do salário mínimo


Não é a primeira vez que o presidente Biden apresenta um plano fiscal ambicioso para ajudar na recuperação do país após a pandemia do novo Coronavírus. Ainda neste ano, a administração do democrata apresentou um plano de US$ 1,9 trilhão para garantir pagamentos de US$ 1.400 para cada cidadão americano, além de ajudar nos custeios da distribuição das vacinas contra COVID-19.

O pacote de US$ 1,9 trilhão não passou de forma fácil. No Senado, ele contou com 50 votos a favor, todos democratas, contra 49, todos republicanos.

Mesmo com as dificuldades internas no Congresso, a administração de Biden tem uma boa aprovação após 100 dias de mandato. Segundo uma pesquisa realizada pela Reuters/Ipsos, 55% dos norte-americanos aprovam o presidente. Quanto à pandemia, 65% aprovam as medidas aprovadas pelo democrata.

A aprovação durante os primeiros 100 dias é melhor que a atuação de seu antecessor, Donald Trump, durante a pandemia. Em janeiro, 38% das pessoas aprovaram as medidas adotadas pelo republicano.

Foto: Reuters / Divulgação

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