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GIRO CORPORATIVO: Mercado Livre tem prejuízos no 1T21; Braskem lucra R$ 2,49 bilhões, revertendo perdas; Sanepar informa situação de emergência hídrica no Paraná; Saiba mais sobre Pão de Açúcar, Taesa, Tim e Azul

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Mercado Livre (MELI34)

A argentina Mercado Livre divulgou seus resultados operacionais referentes ao 1T21. A companhia registrou prejuízos de US$ 34 milhões no primeiro trimestre do ano. O saldo negativo foi um pouco pior que os US$ 21,1 milhões de prejuízo no 1T20.

Os lucros ante impostos ficaram em US$ 9,5 milhões no 1T21. Uma queda comparado com os US$ 16,7 milhões do 1T20.

As receitas líquidas do Mercado Livre ficaram em US$ 1,4 bilhões no 1T21, valor 111,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

O mercado brasileiro é destaque no balanço. O país representou 56% das receitas líquidas totais, somando US$ 768,7 milhões no 1T21. Em dólar, o crescimento comparado com o mesmo período do ano passado é de 93%. Em reais, é de 139%.

Em volume total de vendas, o Brasil representou um crescimento de 84% comparado com o 1T20, e aumento de 8% comparado com o 4T20.

222 milhões de itens foram vendidos no Brasil. Em comparação com 1T20, o crescimento é de 110,2%.

Braskem (BRKM5)

A Braskem divulgou seus resultados operacionais no fim da quarta-feira (05). Os lucros líquidos da companhia ficaram em R$ 2,49 bilhões no 1T21, revertendo os prejuízos de R$ 3,64 bilhões no 1T20. A alta, comparado com os resultados do 4T20 (R$ 846 milhões), é de 195%.

O Resultado Operacional Recorrente ficou em R$ 6,94 bilhões, alta de 54% comparado com os resultados do 4T20 (R$ 4,53 bilhões).

Em Geração Livre de Caixa, a companhia registrou R$ 1,76 bilhões, resultado 13% inferior ao 4T20 (R$ 2,03 bilhões).

“A geração livre de caixa no 1T21 foi explicado, principalmente, (i) pelo Resultado Operacional recorrente no trimestre; (ii) pela monetização de créditos de PIS/COFINS no valor de aproximadamente R$ 761 milhões; (iii) pela redução do capex operacional em função das paradas programadas de manutenção nos Estados Unidos e Europa, além de ajustes operacionais na central petroquímica de São Paulo realizados no 4T20; e (iv) pela redução dos investimentos estratégicos.”, diz a companhia.

Sanepar (SAPR4, SAPR11)

A Sanepar informou via Fato Relevante publicado nesta quarta-feira (05) o decreto de situação de emergência hídrica nas regiões Metropolitana de Curitiba e Sudoeste do Estado do Paraná, determinada pelo Governador do Estado do Paraná.

Segundo a companhia, a estiagem está provocando uma redução no volume de água disponível. A escassez deve prejudicar não só a dessedentação de animais, como o consumo humano.

“O Instituto Água e Terra – IAT, no uso de suas atribuições legais, para outorga de direito de uso de recursos hídricos e autorizações ambientais, realizará ações emergenciais destinadas ao abastecimento público priorizando as demandas das prestadoras de serviço com esta finalidade”, disse a Sanepar em Fato Relevante.

Pão de Açucar (PCAR3)

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) divulgou seus resultados operacionais referentes ao 1T21 nesta quarta-feira (05). O destaque da companhia fica para o crescimento de 36% do Ebitda ajustado, ficando em R$ 935 milhões no primeiro trimestre do ano.

“Os resultados que apresentamos nesse primeiro trimestre refletem um crescimento rentável, atestando a força do GPA como um dos maiores grupos de varejo alimentar da América do Sul. Nossos esforços para redução do VG&A nos últimos três anos, aliados à transformação do portfólio e à evolução das iniciativas digitais em todos os países em que estamos presentes, levaram a um sólido aumento”, diz Jorge Faiçal, CEO do GPA.

As vendas totais consolidadas ficaram em R$ 13,7 bilhões no 1T21, resultado 4,8% maior que o mesmo período do ano passado.

A empresa também destaca a redução de Despesas e Receitas Operacionais, que ficaram em R$ 60 milhões no 1T21. No mesmo período do ano passado, as despesas haviam ficado em R$ 214 milhões.


Saiba mais

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Taesa (TAEE3, TAEE4, TAEE11)

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica publicou seus resultados operacionais referentes ao 1T21 nesta quinta-feira (06). A companhia obteve lucros líquidos de R$ 555,9 milhões no primeiro trimestre do ano, valor 42,1% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (R$ 391,2 milhões).

“A Taesa apresentou consistentes resultados no primeiro trimestre de 2021 comprovando seu compromisso com o pilar estratégico de crescimento sustentável. Vale lembrar que desde 2020 a Companhia vem apresentando uma retomada do crescimento no resultado operacional regulatório impulsionada pela entrada em operação de alguns empreendimentos em construção e ativos adquiridos nos últimos anos”, diz a companhia na apresentação de resultados.

O Ebitda regulatório da Taesa ficou em R$ 316,7 milhões no 1T21. Comparado ao 1T20, a alta é de 1,3%.

Tim (TIMS3)

A Tim comunicou por meio de Fato Relevante a celebração do acordo com a IHS de participação acionária na FiberCo, após reunião com seu Conselho Administrativo. 

“A IHS é uma grande e diversificada provedora de infraestrutura de telecomunicações, focada em mercados emergentes e atuação em 9 países da África, Oriente Médio e América Latina. A Proponente, além de possuir mais de 28 mil torres, busca a expansão da cadeia de valor nos serviços de infraestrutura”, diz a Tim em nota.

Segundo o acordo estabelecido, a Tim deve vender 51% de participação da FiberCo em favor da IHS. O valor ficou estabelecido em R$ 2,6 bilhões.

“Esta transação sempre foi encarada pela Companhia sob a ótica industrial, buscando a evolução e crescimento do seu negócio de banda larga. Entretanto, os impactos positivos de ordem financeira e econômica não podem ser deixados de lado”, disse a Tim.

Azul (AZUL4)

A companhia aérea Azul divulgou seus resultados operacionais do 1T21. Embora a companhia tenha reduzido seus prejuízos em 56,8%, eles ficaram em R$ 2,76 bilhões no primeiro trimestre do ano.

O Ebitda ajustado da companhia ficou em R$ 129,7 milhões, 80,2% abaixo dos resultados do 1T20.

O número de passageiros foi reduzido em 20,2%, ficando em 5,2 milhões no 1T21.

A Azul, assim como a maioria das companhias aéreas, têm seus resultados financeiros prejudicados pela pandemia de COVID-19, agravada pela segunda onda no início de 2021.

As dívidas líquidas ficaram em R$ 14,968 bilhões, queda de 11,5% comparado com o mesmo período do ano passado.

“Vemos constante melhora nas últimas semanas, especialmente em São Paulo. Vemos um mercado positivo, com crescimento nas reservas na casa de 40%. Acho que a boa mensagem é que claramente estamos em tendência de recuperação”, disse o diretor vice-presidente de receitas da Azul, Abhi Manoj Shah.

Foto: Mercado Livre / Divulgação

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